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Tem juízo, Joana!

Entre o certo e o errado, o perdido e o achado, o dito e o não dito, encontros e desencontros, da pequenez à plenitude, entre a moralidade e a indecência. Se tenho juízo? Prefiro perdê-lo…

Entre o certo e o errado, o perdido e o achado, o dito e o não dito, encontros e desencontros, da pequenez à plenitude, entre a moralidade e a indecência. Se tenho juízo? Prefiro perdê-lo…

01
Dez20

Um copo meio cheio, o menstrual


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Mulheres, de várias idades, cores e sabores, que carregam o mundo às costas. Mulheres, carnudas, depiladas, maquilhadas e/ou descuidadas, que trazem na mala os mais improváveis artefactos para qualquer imprevisto. Às vezes maquilhagem, pacotes de lenços, outras vezes miniaturas de costura ou mini-espelhos, desodorizantes e, ainda assim, há espaço para os artigos femininos destinados à fase mais colorida da zona intima - a menstruação.

Quantos tampões perdidos? Pensos higiénicos emprestados?

Quantos visitantes já apresentámos às nossas Marias papoilas? Uma rodagem de acessórios na tentativa de estancar o sangue da vida! 

Pois é, meninas... Hoje venho falar-vos do copo menstrual. Aquela magia da ciência com a intenção de facilitar as vidas árduas do sexo feminino.

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Segundo a sexóloga do Vivesex,

Os copos menstruais também conhecidos como copos vaginais, têm vindo a ganhar popularidade nos últimos anos, posicionando-se como uma alternativa amiga do ambiente e, acima de tudo, oferecendo mais segurança e conforto para as mulheres durante os dias da sua menstruação.

 

Pois é, como assim um copo? 

É um recipiente de forma cónica, semelhante a um copo, que é feito de diferentes materiais, sendo o silicone clínico mais popular pelas suas propriedades antialérgicas e antibacterianas, bem como pela sua durabilidade.

 

Um copo meio cheio ou meio vazio? Ahhh meninas, este copo é com certeza meio cheio. Apresento-vos as suas mil maravilhas:

1. Não causa problemas de saúde: não desenvolvem alergias e outros problemas clínicos pela utilização de pensos ou tampões higiénicos. No caso do copo menstrual, que é feito de material hipoalergénico, isto não acontece. Mesmo quando usado por longos períodos de tempo, nunca há motivo para preocupação.

 

2. 10 anos de validade: Desde que as instruções de utilização, limpeza e manutenção sejam seguidas.

O processo de desinfeção é extremamente simples: Após cada esvaziamento, deve ser lavado com água e sabão, de preferência um tipo neutro. E, uma vez terminado o período, deve ser esterilizado antes de ser guardado, numa caixa ou saco selado para evitar sujidade.

 

3. Até 12 horas de utilizaçãoEmbora dependa do nível de sangramento.

Já os tampões e absorventes higiénicos que têm um tempo máximo de utilização de 6 a 8 horas, de acordo com as recomendações dos especialistas, pela alteração do pH vaginal devido aos químicos utilizados.

 

4. Custo e a poupançaSe calcular o número de embalagens de tampões ou absorventes higiénicos durante estes 10 anos, seriam cerca de 120 embalagens, o que se traduz em aproximadamente 480€, enquanto o copo menstrual não chega a 30€. Para além disso, é amigo do ambiente pois, o facto de ser utilizado durante uma década, representa centenas de tampões e absorventes higiénicos descartados durante este mesmo período. Ainda para mais são biodegradáveis.

 

5. Qualquer mulher pode usar. Apenas se distinguem nos tamanhos recomendados para cada uma.

Pequenos- Para as raparigas que ainda não fizeram sexo, mulheres com menos de 30 anos e mulheres submetidas a cesariana

Grande- Mulheres submetidas a partos vaginais.

 

Como enfiar um copo na maria papoila?

1. sente-se na sanita e afaste bem as pernas.

2. dobrar o copo de modo a formar uma espécie de "C".

3. Insira-o na sua vagina.

4. Não é necessário chegar ao fundo, pois a ponta do copo deve estar ligeiramente fora.

5. Largue o copo

6. Rode ligeiramente o copo. Desta forma, pode certificar-se de que está completamente montado e pronto.

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Pois é, pelos vistos, alguém percebeu que facilitar as nossas vidas é um problema geral da sociedade.

Falo por experiência própria. São só vantagens como puderam constatar acima. Julgo que o único "se não" é mesmo acertar a colocação correta, mas nada que com prática não se alcance! 

De qualquer forma, é importante recordar que devem consultar um especialista caso surjam dúvidas ou desconfortos.

Para umas marias papoilas mais felizes e relaxadas nesses momentos, onde já basta ter de gerir as emoções à flor da pele. Porque mulheres felizes = mundo feliz!

 

(Podem consultar os copos em: Vivesexshop , no separador "Saúde" > "Menstruação" > "Copos Menstruais" em: Copos Menstruais).

29
Nov20

Generosidade


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Dar o coração, com tudo o que lá vai dentro.
Falo da habilidade mágica de saber dar, sem esperar receber, a generosidade.
Porque é dando, que somos uns dos outros, fazendo-nos chegar perto da verdadeira essência do ser humano. Até do mundo.
Na abundância do que é o amor, esta é a forma mais bonita de se amar, de se ser.
O encanto de ser transcendente num mundo coberto de nadas e ainda assim, preservar este saber, o de dar, porque é um saber com que se nasce e que vem do coração, com tudo o que lá vem dentro.

22
Nov20

Descobri, que não sei falar de amor


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Descobri,

que não sei falar de amor.

Das frescuras do coração

Apenas o sei sentir,

Mas expressá-lo não.

 

Descobri,

que não sei falar de amor.

Julgo saber escrê-lo ao mundo

Na escrita, qualquer sentir

Se torna e se mantém profundo.

 

Descobri,

que não sei falar de amor.

Sei rimar por mera cortesia,

Mas no que toca ao amor

Desculpem, não sei fazer poesia.

 

Poema recitado em: Temjuizo_joana

19
Out20

Cultivo d’alma


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Esbraveando terrenos,

Descobrindo a alma,

Sigo serena por entre cultivos e colheitas.

Por vezes, sou terreno árido,

Outras vezes terra rica,

Faço em ambas boas colheitas

Quando a lua se põe cheia.

Cultivo nos territórios do que é ser,

Amanho tudo o que sou,

Questiono quais os melhores grãos

Que farão a minha alma florescer.

Peneiro sementes fortes das hostis

E faço cair em solo fértil

As que sei tornar em obras-primas.

O que não é para crescer,

Não se lhe dá fertilizante.

E a alma amadurece

Depois de tanta semeada

Colho o que tenho de colher

Avistando o imenso que sou.

E sigo a lavoura,

Cultivando o território bom,

Lavrando o menos fértil, 

para garantir

Que todos os meus hectares darão fruto.

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