Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Tem juízo, Joana!

Entre o certo e o errado, o perdido e o achado, o dito e o não dito, encontros e desencontros, da pequenez à plenitude, entre a moralidade e a indecência. Se tenho juízo? Prefiro perdê-lo…

Entre o certo e o errado, o perdido e o achado, o dito e o não dito, encontros e desencontros, da pequenez à plenitude, entre a moralidade e a indecência. Se tenho juízo? Prefiro perdê-lo…

14
Fev21

Feliz dia do amor


5DF3A17B-A592-4407-ACE0-B9A51B3EF182.jpeg

Hoje é dia de falar de amor.

Que clichê, não é? Aproveitar-me do São Valentim para escrever sobre o sentimento com mais tentativas de descrição no mundo.

Mas hoje quero mesmo falar-vos de amor. Porque o mundo precisa mais dele do que o(a) vosso(a) namorado(a).

Hoje, mais do que falar de amor, vamos ser amor. Mas vamos ser para sempre!

Prometam-me! Prometam-me que vão sempre amar o próximo sem sequer pestanejar. Prometam-me que se vão ajudar, partilhar, sorrir e serão gentis.

Prometam-me que o dia do amor, será todos os dias.

Hoje quero ser o vosso Valentim e lembrar-vos que o Amor é a forma mais gratificante de se viver. E amor não é só por quem partilhamos os lençóis, é também com quem partilhamos a Terra - o nosso lar.

Por isso, em nome da Terra e de toda a humanidade, prometam-me, escolherão sempre o amor. E já agora, acrescento a empatia.

Sejam amor e empatia!

 

E tenham um feliz dia do amor, hoje e sempre!

 

Imagem: Catarina Alves - freezememories_

30
Jan21

Nada do que eu fui me veste agora


8996B0C1-33B9-41F4-8B05-F93EF0802656.jpeg

Vestia-me de estampados, dava voz à arrogância e apodrecia na minha própria infelicidade mascarada de satisfação. Vestia-me dos melhores acessórios da presunção e guardava rancor de quem não concordasse comigo. Calçava-me nuns saltos bem altos para falar de um patamar acima, sempre fui uma apaixonada por pódios.

Tudo muito superficial, sujo e de pouca beleza.

Com o avançar da idade, muitos puxões de orelhas, rodeada dos verdadeiros amigos e família de franqueza na língua, percebi que vestir-me de amor era a forma mais leve de viver a vida. Não do amor romântico, não! Desse, acho que sempre tive que chegasse. Falo do amor próprio, do amor pela vida, pelo universo, pela existência. Esse amor infinito e de contornos dourados, que nos enche a alma e o coração. Deixei as competições de lado, deixei as futilidades, os preconceitos, e dei lugar à aceitação, à minha e à de todos os seres presentes na terra. Visto-me, agora, de uma leveza que não tem fim.

Aliás, nem me chego a vestir, sou nua e inteira, bem explícita aos olhos de quem me quer ver. Com as imperfeições de que sou feita, sou pele, pele morena, quente, de sorrisos fáceis, num corpo que dança ao som dos tambores que percutem na euforia que é a minha alma.

Despi-me de hostilidades e a pele, com tudo o que lá vai dentro, passou a ser o meu único adorno.

.

.

📸 by Catarina Alves: freezememories_

03
Jan21

Brindar a Vida


E671F698-68D0-457A-9377-372F509622F7.jpeg

Não costumo pedir desejos. Para o que eu quero, arranjo sempre um lugar. Neste ano atípico, de adversidades, diferenças e dificuldades, espremeu-se um sumo de uva que me deu bom vinho.
Duma casta peculiar, tirei o proveito de saber ser, de saber estar num corpo em paz, mais consciente. Encontrei a felicidade que vem de dentro, a que não toca peças mas seres, causas e ligações.
Fermentei o amor, na sua forma pura, fermentei o amor próprio e o amor aos outros. Fiz-me rodear das pessoas que vibram o bem, no mesmo comprimento de onda que o meu. Fiz-me em escrita, fiz-me em criatividade e descobri que tenho várias formas que gosto de ser.
O produto final, consagrou-se num bom vinho, fácil de saborear, um vinho aromatizado de sorrisos, com o sabor das pessoas que me querem bem.
E com as cores do que é amor me pinto e vou indo para 2021. Num copo cheio de tudo o que me faz sentir ardente, sorriso na cara e brindo a Vida, num universo que conspirará sempre a favor, de quem traz gratidão ao peito e a empatia nas mãos.

Feliz Vida a todos!

26
Dez20

Que cor tem o Natal? Por Joana, com juízo


1618E056-51CF-4C7A-B91C-026F28CFAEC1.jpeg

Que cor tem o Natal?
.

O meu natal é de xadrez, cruzamentos de cores quentes com cheiro a lenha queimada e bacalhau no forno.
O meu natal tem cor de vermelho-cereja fumegante, entrelaçado em verdes natureza e dourados brilhantes.
Cores feitas de amor-rubi aconchegante, das cores que falam do apego com brilhos de magia do que é estar em família.
Verdejantes cores da saudade e na esperança que nunca nos acabem os momentos em conjunto, de olhos colados uns nos outros e gargalhadas na voz.
Natal iluminado em tons de dourado-riqueza, daquela que vive na sorte de nos termos uns aos outros.
.
Desafiei-me também no meu desafio de Natal e escrevi sobre - Que cor tem o Natal?

Com as cores do arco-íris, ou apenas de branco, desejo a todos um Feliz Natal! 

Mais sobre mim:

Segue-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Calendário

Fevereiro 2021

D S T Q Q S S
123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D