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Tem juízo, Joana!

Entre o certo e o errado, o perdido e o achado, o dito e o não dito, encontros e desencontros, da pequenez à plenitude, entre a moralidade e a indecência. Se tenho juízo? Prefiro perdê-lo…

Entre o certo e o errado, o perdido e o achado, o dito e o não dito, encontros e desencontros, da pequenez à plenitude, entre a moralidade e a indecência. Se tenho juízo? Prefiro perdê-lo…

20
Fev21

Solidão


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Num mundo recheado de gente, somos de um recheio nutrido de nós por nós mesmos. Seremos sempre sozinhos. Presos à nossa pele, às nossas emoções, pensamentos e sentimentos.

Nascemos nesta casa que é o nosso corpo, limitado pela nossa pele. Conectamo-nos ao mundo através da voz, gestos, expressões e da energia que carregamos dentro.

Num mundo virado para o umbigo, distraído destas conexões, a solidão torna-se assídua, dando-nos a mão repetidamente.

Neste embalo que nos traz a mão da solidão podemos ser inteiros e livres de julgamento. Na solidão conseguimos ser amor, o do amor próprio, onde somos suficientes.

A solidão nas noites frias, é solidão de nós mesmos. Num vazio que nem nos encontramos. Não pertencemos a ninguém, nem fazemos parte de nós. Essa sim, uma solidão emocional, de dor aguda, que faz frieiras no coração.

Temos de ser o bastante para nós, para depois sermos de sobra para os outros.

Porque solidão, seremos sempre, é uma condição da vida humana. Estaremos sempre sozinhos dentro de nós e garanto que ninguém estará lá connosco. Os outros serão apenas recheio, que acrescentam sabor ao conteúdo do nosso ser.

.

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Texto para o IV encontro da escrita da @omundonasentrelinhas com o tema “Solidão”.

13
Fev21

Natureza Selvagem


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Esquecemos as nossas origens

Filhos da natureza e toda a sua coletiva

Somos linhagem desta terra

Temos cânticos nos ossos

E beleza instintiva

 

Esquecemos que somos de carne

Que movemos energia

Distraídos, no que criámos

Alheios às estrelas, aos astros,

E ao mar que também nos influencia

 

Absorvidos no caminho a percorrer

Perdemos a natureza selvagem

E a nossa identidade

Lembrem-se que,

Florescemos a partir da alma,

E através da nossa criatividade.

 

14
Dez20

Quero


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Quero ser, inteira.

Sem metades.

Quero toda a sede e fome de ser, de estar.

Quero vestir-me de cores e correr o mundo.

Quero rir até me doer a barriga.

Quero abraçar a humanidade, quero abraçar tudo.

Quero ser artista. Pintar, escrever, criar...

Quero tanto até o tanto parecer pouco.

Quero dançar até me doerem os pés.

Quero experimentar o mundo.

Quero existir sem ninguém me julgar.

Quero gastar toda a energia que tenho dentro.

Quero tempo, o tempo de querer mais.

Quero calor, conforto, calor humano, ardência.

Quero existir, existindo em volume nos outros.

Quero estar rodeada de risos e boa companhia

Quero sentir emoções de alta intensidade, quero sentir o coração acelerado, borboletas na barriga, pele arrepiada e rouquidão de viver.

Quero a saudade e poder sentir-lhe o sabor.

Quero luz, brilho, céu limpo, música e ondas do mar.

Quero corpos, afecto, contacto e união.

Quero exuberância, entusiasmo,

Quero é viver.

Imensamente.

 

 

E por aí? O que mais querem nesta vida?

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