Olhares
Olhei-te como quem oferece flores,
Do meu sorriso via-se a vontade de te querer,
Eras a roupa que eu queria tirar,
Eras a pele que queria lamber.
Mas olhei-te,
Como quem pede água cheio de sede,
Como quem ama despido
E de corpo e alma cede.
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Olhei-te como quem oferece flores,
Do meu sorriso via-se a vontade de te querer,
Eras a roupa que eu queria tirar,
Eras a pele que queria lamber.
Mas olhei-te,
Como quem pede água cheio de sede,
Como quem ama despido
E de corpo e alma cede.
Nas sombras
Gigantes monstros, melancolia, mil trevas
Ouve-se a escuridão.
Cruel, selvagem, impiedosa
Aqui,
Onde o mundo é negro
E masoquista.
Juntei o meu pé ao teu,
No meio de nós dormia o amor.
Colossal
As peles eram ásperas,
de quem precisa de abraço,
Com mel e melaço.
Toquei o meu pé no teu,
Desejei-te boa noite,
O beijo ficou por entre as persianas
Que te recusas a fechar.
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