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Tem juízo, Joana!

Entre o certo e o errado, o perdido e o achado, o dito e o não dito, encontros e desencontros, da pequenez à plenitude, entre a moralidade e a indecência. Se tenho juízo? Prefiro perdê-lo…

Entre o certo e o errado, o perdido e o achado, o dito e o não dito, encontros e desencontros, da pequenez à plenitude, entre a moralidade e a indecência. Se tenho juízo? Prefiro perdê-lo…

18
Abr22

Uma história sem verbos


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Alto e espadaúdo, o João

De fáceis amores pelas demais donzelas

Charme aqui, charme ali

Sorrisos e gestos sedutores

Carismático

Aqui um beijo, ali umas palavras

Atraente, apaixonante, encantador

Muitos suspiros femininos pelo galante

 

Um dia, a Maria linda acolá

Olhares trocados, desejos soltos no ar pelo ambiente de festa

Álcool no sangue e ritmos no corpo

Ancas para aqui e para acolá

Sensualidade e transpiração

Corpos juntos nas danças ritmadas da música mulata

Mãos entrelaçadas e os lábios… os lábios perto, muito perto

 

Agora, naquela cama

Satisfação carnal, lascívia

O sol no céu, a roupa no chão

Noite sagaz e o João… zás!

.

• Uma história sem verbos •

Um desafio de escrita criativa. Querem tentar?
.
👇🏻 deixem-nos comentários uma história sem verbos do tipo que quiserem!
.
Juntem-se a mim! Sem juízo e, desta vez, também sem verbos 😉
.

 

14
Abr22

Uma história sem verbos


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Alto e espadaúdo, o João

De fáceis amores pelas demais donzelas

Charme aqui, charme ali

Sorrisos e gestos sedutores

Carismático

Aqui um beijo, ali umas palavras

Atraente, apaixonante, encantador

Muitos suspiros femininos pelo galante

 

Um dia, a Maria linda acolá

Olhares trocados, desejos soltos no ar pelo ambiente de festa

Álcool no sangue e ritmos no corpo

Ancas para aqui e para acolá

Sensualidade e transpiração

Corpos juntos nas danças ritmadas da música mulata

Mãos entrelaçadas e os lábios… os lábios perto, muito perto

 

Agora, naquela cama

Satisfação carnal, lascívia

O sol no céu, a roupa no chão

Noite sagaz e o João… zás!

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• Uma história sem verbos •

Um desafio de escrita criativa. Querem tentar?
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👇🏻 deixem-nos comentários uma história sem verbos do tipo que quiserem!
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Juntem-se a mim! Sem juízo e, desta vez, também sem verbos 😉
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27
Out21

O regresso


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Abriram-se as portas automáticas cor azul néon de Átila, a nave onde vivo há 18 anos, desde que nasci, desvendou uma luz brilhante natural, proveniente do sol, que me encandeou de imediato. Só conhecia o sol pela janela do meu quarto e, de lá, parecia uma bola de fogo cor-de-laranja suspensa numa escuridão infinita. Aqui, o sol era uma luminosa luz, impossível de cruzar o olhar e de distinguir os seus contornos.

Quando me consegui habituar à claridade, fascinei-me com a cor da terra, joguei-lhe imediatamente as mãos para a sentir! Num misto de encanto e embaraço, peguei nela e deixei que me invadisse o espaço por debaixo das unhas. Eram flocos arenosos quentes e ásperos que me tingiam as mãos de um castanho sujo, mas que me recheavam a alma e embalsamavam os sonhos, dando forma, textura e rosto às histórias imaginárias da Terra.

Olhei em meu redor e inspirei o ar são,  arrepiaram-me os brônquios. A paisagem diante dos meus olhos era inexplicável, de tão orgânica, de tão pouco sintética à que estava acostumada.

Pairava no ar um cheiro agradável que não sabia do que era, estava habituada aos fracos ambientadores de Átila. Segui o aroma no ar, através dos pinheiros bebés que iam crescendo por ali e acolá, a Terra estava a sarar… Andava às voltas para sentir exactamente qual seria a direção a que me devia dirigir até captar a origem daquela essência agradável.

Toquei-lhes as folhas e que cheiro fresco tinham! Com cuidado, puxei uma, inspirei o seu aroma e pus na boca, deu-me uma enorme vontade de comer todas aquelas folhas verdes com contornos em zigzag. Que frescura! Com os meus ióculos XZ, passei a câmara pelas plantas para lhes saber o nome: Hortelã.

Já tinha ouvido falar na Hortelã, utilizada pelos meus antepassados na Terra, para fazer uma bebida alcoólica chamada mojito. Aliás, a minha mãe contava-me muitas vezes uma história engraçada de uma bebedeira que apanhou com três bebidas dessas.

Os meus pensamentos pairaram na construção imaginária daquele acontecimento com a minha mãe e comecei a sentir uma enorme tristeza. Também queria ter histórias dessas para contar, invejava os mais velhos pelas experiências na mãe-Terra, desejava tudo aquilo para mim.

Angustiei-me por ter perdido 18 anos da minha vida sem poder experienciar tudo aquilo, então, convicta de que também eu me poderia embebedar, enchi a pança com folhas de hortelã. Comi exageradamente todas as folhas que podia avistar. O meu hálito era capaz de congelar uma mosca e o meu estômago ardia de tanto sabor a mentol que me inundava.

Neste episódio que conta o meu primeiro encontro com a Terra, não ganhei uma bebedeira como queria, mas sim uma azia que me durou uns bons tres dias a arrotar a menta e, acredito que por pouco, não me nasceram pezinhos de hortelã na mucuosa do intestino delgado.

#umdesafiodeescritacriativa

Desafiou-me o meu amigo Carlos Palmito - Escritor no blog: All in One

21
Set21

Um post!


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ʚ Aquela pressão de fazer um post sem ter nada sobre o que escrever... Sabem?

Ahhhh, mas não te vás embora daqui, tenho tanta coisa para te contar!

ʚ Vem comigo, que tenho de escrever um post!

"Ganha juízo, Joana!", já dizia a minha mãe. Mas qual? Onde vou buscar disso? 

Tenho o cérebro a dar um nó e ainda nem uma palavra de jeito escrevi.

Vamos lá, querida noz, aí em cima, por baixo dessa grande cabeleira despenteada, põe-te a trabalhar, dá-me um tema importante, um tema urgente!

Há regras para cumprir, tempos para acertar, criatividade para extrair e... Puff!

ʚ Pressionada por fazer um post, para vocês não me fugirem, para não se esquecerem de mim. Pressionada por fazer um post com sentido, com princípio, meio e fim. Pressionada por fazer um post segundo as novas dicas do curso de escrita criativa. Fazer um post importante, que vos faça ficar por perto. E no fim, que vos trago hoje? Absolutamente nada! Têm dias assim? 

ʚ Quero acreditar que, desse lado existe quem realmente goste de me ler, que se conecte comigo, que sinta da mesma forma que eu, mesmo quando as palavras me fogem para conseguir chegar até vós.

"Para quê ter juízo, minha mãe?", se este mundo anda louco como eu!

 

P.S - Perder tempo a ter juízo? Prefiro perdê-lo!

P.S nº2 - E depois demorar um pouco para o encontrar! 

 

12
Jun21

Complexos


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Num corpo que nasce

Cresce, cheio de história

Toma várias formas e contornos

Onde a vida atribui memória

 

Conscientes do que somos,

Reconhecemos os valores morais

Ainda assim, cortejamos

E fixamo-nos nos complexos corporais

 

Ou são as mamas descaídas

Ou aparecimento da celulite

Focados no exterior

E em atingir corpos de elite!

 

São os pelos a mais,

As dietas descomedidas

Esquecemo-nos dos sorrisos

E que o interior também enche as medidas

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