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Tem juízo, Joana!

Entre o certo e o errado, o perdido e o achado, o dito e o não dito, encontros e desencontros, da pequenez à plenitude, entre a moralidade e a indecência. Se tenho juízo? Prefiro perdê-lo…

Entre o certo e o errado, o perdido e o achado, o dito e o não dito, encontros e desencontros, da pequenez à plenitude, entre a moralidade e a indecência. Se tenho juízo? Prefiro perdê-lo…

06
Jun22

Receita poética


A lâmina que me corta em duas metades

Deslumbrando-me o verde interior

Arrancam-me o caroço

Restando-me apenas o miolo

 

Sou esmagado numa massa

Acrescentam-me a cebola roxa

E uns picadinhos de alho

A ver se o sabor não abrocha

Espremem um limão ao chocalho

 

Embaralham-me tão bem

Ao ponto de eu já não saber o meu sabor

Ainda se juntam os cominhos

Para me apimentarem a cor

 

Sal, azeite e pimenta

Prazer, eu sou o abacate!

Misturado tudo numa taça

Sou penetrado por mini cenouras

Uma entrada saudável mas sem graça

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👉🏻 Uma receita poética. Conseguem adivinhar qual é? 
👉🏻 Desafio-vos a descrever de forma poética uma receita do vosso gosto!

18
Abr22

Uma história sem verbos


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Alto e espadaúdo, o João

De fáceis amores pelas demais donzelas

Charme aqui, charme ali

Sorrisos e gestos sedutores

Carismático

Aqui um beijo, ali umas palavras

Atraente, apaixonante, encantador

Muitos suspiros femininos pelo galante

 

Um dia, a Maria linda acolá

Olhares trocados, desejos soltos no ar pelo ambiente de festa

Álcool no sangue e ritmos no corpo

Ancas para aqui e para acolá

Sensualidade e transpiração

Corpos juntos nas danças ritmadas da música mulata

Mãos entrelaçadas e os lábios… os lábios perto, muito perto

 

Agora, naquela cama

Satisfação carnal, lascívia

O sol no céu, a roupa no chão

Noite sagaz e o João… zás!

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• Uma história sem verbos •

Um desafio de escrita criativa. Querem tentar?
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👇🏻 deixem-nos comentários uma história sem verbos do tipo que quiserem!
.
Juntem-se a mim! Sem juízo e, desta vez, também sem verbos 😉
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18
Abr22

Caderno poético


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Pois é… um sonho tornado realidade ☀️
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Foi através do querido @alexbrito.oficial que surgiu o convite para fazer parte desta casa, cheia de talento e qualidade, o qual imediatamente aceitei, sem perceber se estava à altura do desafio ou não.
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Hoje, estou muito feliz com o resultado, por mais uma etapa conseguida.
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O Caderno Poético é um projecto da Corallina Confraria Literária e traduz-se num espaço para a arte, literatura e, claro, poesia. Com vários colunistas criativos e empenhados em levar a sua voz poética e literária mais longe, além fronteiras!
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Para mim, tem sido uma aventura, mas acima de tudo, uma honra e um orgulho partilhar este espaço com eles. Sou-lhes eternamente grata pela confiança que depositaram em mim.
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👉🏻O Caderno Poético é uma #revistavirtual que poderás descarregar no LINK DA BIO da Corallina Confraria Literária] 👈🏻 

Ou descarregar aqui

14
Abr22

Uma história sem verbos


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Alto e espadaúdo, o João

De fáceis amores pelas demais donzelas

Charme aqui, charme ali

Sorrisos e gestos sedutores

Carismático

Aqui um beijo, ali umas palavras

Atraente, apaixonante, encantador

Muitos suspiros femininos pelo galante

 

Um dia, a Maria linda acolá

Olhares trocados, desejos soltos no ar pelo ambiente de festa

Álcool no sangue e ritmos no corpo

Ancas para aqui e para acolá

Sensualidade e transpiração

Corpos juntos nas danças ritmadas da música mulata

Mãos entrelaçadas e os lábios… os lábios perto, muito perto

 

Agora, naquela cama

Satisfação carnal, lascívia

O sol no céu, a roupa no chão

Noite sagaz e o João… zás!

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• Uma história sem verbos •

Um desafio de escrita criativa. Querem tentar?
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👇🏻 deixem-nos comentários uma história sem verbos do tipo que quiserem!
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Juntem-se a mim! Sem juízo e, desta vez, também sem verbos 😉
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09
Jan22

Papoila obstinada


Papoila obstinada,

Na tempestade e nos ventos fortes

És resistente aos pequenos nadas,

Floresces em tudo, até entre mortes.

Frágil e bela,

Esvoaças ao sabor das aragens,

De raizes presas em terra

Com vaidade embelezas imagens.

Essa leveza

Acolhe a alma e o coração,

As sardas são mera gentileza

De quem é bela sem presunção.

Alheia às pragas,

vírus e flagelos,

Livre de amarras,

Mas aprisionada em castelos.

Pela noite,

Fechas as persianas

Enrolaste com medo da escuridão

A inocência que emanas

Diz que da crueldade tens aversão

Seja utopia,

Imaginação ou delírio

O teu bem-estar vem de raiz,

Sejas papoila, cravo ou lírio,

És a flor que colheste

E que trazes debaixo do nariz.

 

Poema autoral, recitado na página @temjuizo_joana

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