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Tem juízo, Joana!

Entre o certo e o errado, o perdido e o achado, o dito e o não dito, encontros e desencontros, da pequenez à plenitude, entre a moralidade e a indecência. Se tenho juízo? Prefiro perdê-lo…

Entre o certo e o errado, o perdido e o achado, o dito e o não dito, encontros e desencontros, da pequenez à plenitude, entre a moralidade e a indecência. Se tenho juízo? Prefiro perdê-lo…

05
Mai20

Do verbo dar


Sou do verbo dar, no todo o tempo que sou.

O melhor ou o pior, dou… Dou porque é dando que somos uns dos outros.

Dar atenção, flores, dar abraços e beijos. Sem dar conta de que dou beleza, daquela que não tem fim.

Dou o coração, metendo a saúde em risco, dou borboletas na barriga, dou sorrisos feitos de sóis daqueles que fazem bronzear as almas.

Até palavras as dou, desde o momento que o ar passa as cordas vocais, já fazem parte do verbo dar. Dar graças, gracejos ou silêncios, dou tudo em forma de nadas.

Nesta miscelânea do que posso dar, vou criando um cesto de oferendas que me fazem chegar mais perto. Que me aproximam da verdadeira essência do ser humano. Até do mundo.

Escolho do cesto o que dar, sem conhecer preços, não importam. É um cesto sem fundo, pois no que toca a dar, escolherei sempre haveres infinitos, os que não são feitos de bens, mas de bem-quereres.

 

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